domingo, 29 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Os Mercenários... Fala Sério!!! Cinema B e com onda...
Foi com tom de deboche e fazendo piadinhas de mau gosto que Sylvester Stallone falou sobre a filmagem no Brasil do filme Os mercenários, do qual é diretor, durante a feira Comic-Con 2010, em San Diego.
"Pudemos matar pessoas, explodir tudo, e eles (os brasileiros) ainda diziam obrigado", disse o ator, afirmando que os produtores tiveram aqui liberdade para gravar sequências mais agressivas, usar armas mais perigosas e até destruir propriedades. E ele ainda debochou da hospitalidade, dizendo que os brasileiros agradeciam e ainda ofereciam um macaco para eles levarem para casa.
Dia 13/08 será o lançamento do filme Os Mercenários cujo título tem tudo a ver com a filosofia de vida dos americanos. A idéia é a criação de uma corrente para provocar "bilheteria zero", nesse dia, no Brasil. Afinal de contas, o que ganharemos em assistir tal filme recheado de violência e de atuações medíocres? Precisamos dar uma resposta a tais declarações mostrando ao mundo que não há mais lugar para o preconceito.
Por favor, passe adiante.
"Pudemos matar pessoas, explodir tudo, e eles (os brasileiros) ainda diziam obrigado", disse o ator, afirmando que os produtores tiveram aqui liberdade para gravar sequências mais agressivas, usar armas mais perigosas e até destruir propriedades. E ele ainda debochou da hospitalidade, dizendo que os brasileiros agradeciam e ainda ofereciam um macaco para eles levarem para casa.
Dia 13/08 será o lançamento do filme Os Mercenários cujo título tem tudo a ver com a filosofia de vida dos americanos. A idéia é a criação de uma corrente para provocar "bilheteria zero", nesse dia, no Brasil. Afinal de contas, o que ganharemos em assistir tal filme recheado de violência e de atuações medíocres? Precisamos dar uma resposta a tais declarações mostrando ao mundo que não há mais lugar para o preconceito.
Por favor, passe adiante.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
‘Ação Educativa e o Mês do Folclore’
‘Ação Educativa’ envolve cerca de 800 crianças diariamente
O programa ‘Ação Educativa e o Mês do Folclore’, realizado pelo Museu do Folclore da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), deve envolver cerca de 800 crianças por dia no período de 10 a 13 de agosto (alunos menores de seis anos) e de 17 de agosto a 3 de setembro (alunos do ensino fundamental e médio). Este é o segundo ano de realização do programa.
A programação prevê uma série de atividades folclóricas na parte interna e externa do museu, no Parque da Cidade. Haverá também uma exposição de trabalhos realizados por alunos e professores das escolas Moppe (literatura de cordel), Fundhas Unidade Putim Embraer (Jogos de usos e costumes) e E.E. Ruy Dória (festas). Estas escolas se inscreveram com antecedência para participar da exposição.
As escolas interessadas em participar do programa ainda podem se inscrever pelos telefones 3924-7306 ou 3924-7302. A participação é gratuita.
Serviço: Museu do Folclore – Avenida Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade).
‘Minha Gente Venha Ver’
O espetáculo ‘Minha Gente Venha Ver’, do Grupo Piracuara, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), que estreou terça-feira (10) no Teatro Municipal, volta a ser apresentado mais duas vezes nesta semana (dias 11 e 12)., às 20 horas. O show tem a coordenação e direção do folclorista Toninho Macedo e é voltado para alunos de escolas da região.
O show também marca a Semana do Folclore no Teatro Municipal, que será encerrada esta sexta-feira (13), às 20 horas, com uma apresentação da Orquestra Piracuara de Viola Caipira, sob a regência do maestro Rui Torneze. O espetáculo é gratuito e aberto à população. Os ingressos ainda podem ser retirados no Espaço Mário Cova, das 8h30 às 16h30.
Serviço: Teatro Municipal – Rua Rubião Júnior, 84 (3º andar – Shopping Centro), Centro. Espaço Mário Covas – Praça Afonso Pena, 29, Centro.
Em agosto no Chico Triste

Programação para o mês de agosto prevê inúmeras atividades
O Espaço Cultural Chico Triste, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), localizado na Vila Tesouro, realiza de 4 a 31 de agosto a exposição ‘Alguma Pintura’, do artista plástico Valmir Camargo. A exposição é uma coletânea de trabalhos em pintura que procuram explorar as diversas possibilidades de expressão. Os trabalhos podem ser vistos de terça a sexta, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 17h.
Confira a programação completa:
Projeto ‘Espaçopoema’
- Até o final do mês, alunos das oficinas de Criação Literária’, ministradas por Paulo Castro e Amanda Ferraz, expõem as produções desenvolvidas no primeiro semestre do ano.
Chico Triste: Vida e Obra
- Exposição permanente com fotos, objetos, livros, recortes de jornais, extratos de crônicas e artigos escritos pelo folclorista e por pessoas que conviveram com ele.
Lili Figureira: Suas Figuras e Histórias
Exposição permanente com fotos e peças de Dona Lili Figureira, que buscam traçar uma trajetória da vida e obra desta grande artista popular da nossa região.
Workshop ‘Harmonia do Século XX’
- Dia 13, das 18h às 22h, com o compositor e professor de música Marco Antonio Machado, abordando as principais correntes e linhas de tratamentos harmônicos.
Sarau Poético
- Dia 14, às 18 horas, com alunos das oficinas de Criação Literária e a participação de vários poetas, músicos e artistas que conhecerão as obras dos jovens poetas.
Vivência Cultural
- Dia 27, às 20 horas, atividade com alunos do professor Marcos Cuca, da oficina de violão.
Roda de Viola
- Dia 31, às 20 horas, Zé da Viola, Carlos Rogério e alunos participam de um momento de convivência com diversas duplas de violeiros convidados.
Serviço: Espaço Cultural Chico Triste – Rua Cristóvão de Alencar, 297, Vila Tesouro. Informações: 3929-7559
‘São José de ontem e hoje’

Exposição mostra a cidade entre as décadas de 20 e 70
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) realiza até 5 de novembro, no Espaço Mário Covas, uma exposição fotográfica intitulada ‘São José de ontem e hoje’, com fotos antigas que mostram como era a cidade nas décadas de 20 a 70; além de imagens atuais dos mesmos locais. Ao todo, a exposição tem mais de 70 fotos agrupadas em painéis.
As fotos antigas pertencem ao Arquivo Público do Município e retratam, especialmente, a região do centro histórico e do bairro de Santana. São imagens de ruas, avenidas, praças, comércio, igrejas e templos, do Mercado Municipal; e do cotidiano da cidade. Todos os painéis também trazem textos explicativos.
A exposição visa valorizar e tornar mais conhecida parte da história do município e se estenderá até o dia 5 de novembro. A organização é do Departamento de Patrimônio Histórico (DPH) da FCCR com curadoria do historiador Antonio Carlos Oliveira.
Serviço: Espaço Mário Covas – Praça Afonso Pena, 29, Centro. De segunda a sexta, das 8h às 17h. Informações: 3924-7353.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Naquela Mesa
Composição: Sérgio Bittencourt
Naquela mesa ele sentava sempre
e me dizia sempre o que é viver melhor
naquela mesa ele contava histórias
que hoje na memória eu guardo e sei de cor
naquela mesa ele juntava gente
e contava contente o que fez de manhã
e nos seus olhos era tanto brilho
que mais que seu filho
eu fiquei seu fã
eu não sabia que doía tanto
uma mesa num canto, uma casa e um jardim
se eu soubesse o quanto dói a vida
essa dor tão doída, não doía assim
agora resta uma mesa na sala
e hoje ninguém mais fala do seu bandolim
naquela mesa tá faltando ele
e a saudade dele tá doendo em mim...
0o0o0o0o0o0o0
Pai,
Você me ensinou tanta coisa, porém a mais importante se esqueceu de fazer.
Se esqueceu de me ensinar a viver sem você.
Composição: Sérgio Bittencourt
Naquela mesa ele sentava sempre
e me dizia sempre o que é viver melhor
naquela mesa ele contava histórias
que hoje na memória eu guardo e sei de cor
naquela mesa ele juntava gente
e contava contente o que fez de manhã
e nos seus olhos era tanto brilho
que mais que seu filho
eu fiquei seu fã
eu não sabia que doía tanto
uma mesa num canto, uma casa e um jardim
se eu soubesse o quanto dói a vida
essa dor tão doída, não doía assim
agora resta uma mesa na sala
e hoje ninguém mais fala do seu bandolim
naquela mesa tá faltando ele
e a saudade dele tá doendo em mim...
0o0o0o0o0o0o0
Pai,
Você me ensinou tanta coisa, porém a mais importante se esqueceu de fazer.
Se esqueceu de me ensinar a viver sem você.
domingo, 1 de agosto de 2010
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